segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Receitas de Salgadinhos- Digitalizado do Livro Receitas Especiais para Fenilcetonuria


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

sábado, 27 de julho de 2013

Kuvan Mechanism of Action(Mecanismo de Ação do KUVAN)

Lauren's PKU Story (A historia da Paciente PKU Lauren-Tratada com KUVAN)



O video fala do uso do remédio KUVAN para Tratar PKU.

Preparações

Já se encontram digitalizadas as apostilas da Oficina de Nutrição e Compilação de preparações reunidas junto aos pais e pacientes do CIPOI-UNICAMP e a da APAE-SP. Os interessados devem entrar em contato via e-mail:dottmaril@hotmail.com

Ainda, sabemos da frustração dos pais e pacientes diante das limitações dietéticas, somadas a limitação de preparo profissional e científico para termos um atendimento junto ao SUS mais eficaz, sem dizer do medicamento que há para tratar a doença e a ANVISA ainda não liberou no Brasil. Infelizmente burocratas de plantão não sabem o quão é difícil cuidar de uma criança as cegas, sem saber se está fazendo bem ou mal o tratamento. A dor é toda nossa, além de termos que ficar na mão de um governo que está pouco se lixando com a saúde como um todo, imaginem uma minoria. Fazem aquela propaganda do teste do pezinho, mas não há pessoal bastante qualificado e treinado para dar um atendimento eficaz após a triagem Neonatal, como tal vem prescrito em nossa lei Maior e outras normas específicas.  Logo, do que adianta  normas lindas no papel se na real elas não se viabilizam!!!
No dia que esta gente que faz normas e as que deveriam executá-las perceberem que a dignidade do cidadão está sendo achincalhada, daí quem sabe podemos começar a ser vistos como seres humanos dignos de respeito!

 
 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Onde encontrar receitas

Estes são algumas fontes de informação para se saber mais sobre a Fenilcetonúria e as preparações, que foram os pais e pacientes, junto com as equipes de tratamento que as organizaram em apostilas e livros. 

Estas duas apostilas foram elaboradas com a ajudas dos pais e pacientes, junto com a  equipe do CIPOI-UNICAMP, onde meu filho faz tratamento.

Quem se interessar pelas preparações posso enviar as receitas digitalizadas, ou  podem entrar em contato para fornecer cópias via correios.

APAE-SP (11)50807123 - Esta edição foi limitada .
Quando entrei em contato com a APAE (2006) 
me informaram que  não editaram mais,
mas posso fornecer as receitas e preparações,
pois obtive um junto ao CIPOI.

Este Livro é fornecido pela FEPE, que pode ser contatada por
e-mail: fepe@fepe.org.br
Telefone: (41) 3621890 - Site: www.fepe.org.br
   
Livro Editado em 2001 pela Ed. Folium - BH - NUPAD,
 em colaboração com os familiares
e equipe do Ambulatório de Fenilcetonuria
do SEG-HC- UFMG, obtido junto a
APAFE- Telefax (31)32416617


























Qualquer dúvida ou informação sobre preparações peço que envie um cometário.


Ainda, faço um apelo aos pais e pacientes que atendidos pelo CIPOI-UNICAMP, pois se não houver união e interesse para a formação da associação, seta só será uma vaga idéia, sendo certo que ajudaria em muito, termos a participação de todos, pois juntos somos mais fortes para obtermos meios de conseguir um melhor tratamento para os nosso filhos, bem como as fórmulas para PKU, o LEITE NAN 1, ingredientes como farinhas e alimentos especiais, todos com custos elevados,  além de prestar informação educacional para auxiliar com palestras, encontros culinários onde podemos aprender a fazer o  "pão de cada dia". Somente juntos teremos voz e força para obtermos ajuda governamental, para dar o tratamento adequado para nossos filhos, bem como para auxiliar no aprimoramento da pesquisa sobre a doença.

Assim, peço a todos que passarem por este blog que façam contato e que estamos nos organizando para a agregar pessoas que realmente queiram participar e se empenhar na formação e funcionamento da Associação de Pais e Amigos dos Fenilcetonuricos do Interior de São Paulo.

Grata

Dra. Marilene d' Ottaviano
(19)30282850




terça-feira, 11 de junho de 2013

Como calcular quantidade de Fenilalanina nos alimentos

Existem várias tabelas alimentares onde são elencados os alimentos e a quantidade de FAL (fenilalanina) por cada 100 g, como tal a publicada pela ANVISA, pela USP, e outras que encontradas em sites estrangeiros.

Entretanto a ferramenta básica para saber como calcular a quantidade de fenilalanina nos alimentos  chama-se MATEMÁTICA E a famosa regra de três.

Por exemplo: fonte Tabela Brasileira de Composição de Alimentos USP

100g CORN FLAKES KELLOGG'S  6,89 g proteina  =>453mg fenil :

logo
100 g tem 453
30 g tem... x

x.100 = 453.30 => x = 453 . 30 = 135,90 mg fenil a cada 30g
                                        100


OBS:
há uma tabela italiana com os valores de vários alimentos, calcula não só a fenilalanina,  pode haver variação de um alimento para o outro.  As tabelas da USP  e ANVISA NÃO LISTAM TODOS OS ALIMENTOS.










terça-feira, 19 de março de 2013

Dicas Para Preparações

Para recheio e cobertura de Bolos: adicione fruta frsca (morangos, pessêgos, uvas, etc.)

Ou prepare você mesmo receita caseira ...(pedir pelo dottmaril@hotmail.com).

Batata fácil de preparar e servir como salgado em festa ou complemento de refeição, ou lanche:


Quer fazer brigadeiro ... (receita peça pelo e-mail acima indicado).

Essas são sugestões de macarrão de arroz:


Fazer com molho ao sugo com Pomdori Pelati, ou Legumes


Responsabilidade pela Dieta PKU

O Tratamento dos pacientes com PKU, por normativa federal, deve ser fornecido por ente público, por isso que há entidades que se voltaram no auxílio do tratamento, conquanto a parte clínica, com equipes multidisciplinares.

Na Região de Campinas, somos atendidos na UNICAMP- pelo CIPOI. Entretanto, por restruturações internas, a equipe está desfalcada e já a cerca de um ano estamos sem nutricionista, para prescrever e acompanhar a dieta dos pacientes e isso é grave para uma doença onde a dieta é tudo.

Como mãe de paciente, tenho vivenciado as diferenças de tratamentos que outros entes dão, mas percebo que não há ainda um paramentro seguro no que  diz respeito a dieta, pois há pacientes que não tem noção da gravidade quando este por sua conta  e risco não segue a dieta adequadamente.

Infelizmente, acredito que nem todos querem tomar conciência que o seu filho ou filha precisam seguir uma dieta alimentar que dispensa produtos ricos em proteína, muitos  industrializados na sua maioria.
A disciplina alimentar, para uma pessoa comum já é difiícil, imaginem para um PKU.

O que me causa espanto é que muitos não sabem das consequências físicas que podem levar o fato de não seguir a dieta , tenho lido que esta pode ou não ser para o resto da vida de um PKU. Mas, o que tenho pesquisado em literatura médica recente  é que a dieta deve ser mantida pelo resto da vida, não há alta, ela é o tratamento da doença.

Lembram do ditado: o Peixe morre pela boca??? Vejam, se der muita comida para o peixinho do aquário, assim como para um ser humano, ele morre! A comida é atraente, mas infelizmente as pessoas em geral tem adoecido, por conta da ausência de uma educação alimentar equilibrada e saudável.

Como as pesquisas sobre a doença são recentes, também não sem tem como avaliar com segurança, como é a reação de cada portador da doença ou tolerância na ingestão de alimentos não permitidos na dieta (que são aqueles que tem alto valor protéico). Não se sabe explicar porque pacientes adultos que são PKU clássicos, e não seguem a dieta com disciplina, aparentemente são pessoas com grau de inteligência normal e estão aparentemente saudáveis.

Mas como mãe, o que percebo é que os pais que tem mais vivência com a doença estão lutando sozinhos, para que possam oferecer para seus filhos uma dieta adequada e de forma admirável conseguem sucesso na educação alimentar de seus filhos, desenvolvendo  receitas especiais para a dieta PKU.

Na verdade é no dia a dia que percebemos o quanto a criança é bombardeada por propagandas e hábitos alimentares difundidos no meio  social, nada saudáveis!
Não vem no rótulo : isso faz mal pra você, mesmo sendo um simples salgadinho, refrigerante, biscoito recheado...!
Daí decorre a nossa frustração de ver que estamos contra a corrente!
Dizer para uma criança: Chocolate Não!!! etc...para quem está de fora pode soar como uma agressão ...
Mas a criança aceita bem a verdade, então acho melhor desde cedo, concientizá-las que se não seguirem a dieta a fenilalanina acumula-se no sangue e é convertida em substância tóxica que provoca lesões no sistema nervoso, e isso não só pode afetar o seu grau de "Quociente de inteligência " (QI), chegando ao retardo mental, mas prejudicar o seu organismo como um todo, o desenvolvimento em geral (formação de dentes, etc), ter uma crise convulsiva (parte do cérebro que foi afectada pela descarga eléctrica anormal por conta da alteração do metabólismo),  etc.

Sem a dieta a expectativa de vida é até os 30 anos (fonte: http://www.abc.med.br/p/342854/o+que+saber+sobre+a+fenilcetonuria.htm), portanto, melhor manter-se na dieta.


Ainda, sobre a suplementação da dieta com cálcio: "Estudos recentes demonstram que portadores de fenilcetonúria apresentam freqüentemente osteopenia e fraturas, sendo a maior incidência em crianças acima de 8 anos de idade. O rápido aumento da estatura, a dieta deficiente em cálcio e níveis de aminoácido fenilalanina elevados têm sido descritos como os principais fatores para a aquisição de massa óssea inadequada. A suplementação de cálcio em crianças saudáveis mostrou um efeito positivo sobre a aquisição de massa óssea na fase da pré-puberdade. Assim, torna-se relevante compreender a necessidade da suplementação de cálcio em pacientes fenilcetonúria, a fim de favorecer o desenvolvimento ósseo esperado" (Fonte: Rev. Nutr. vol.22 no.3 Campinas May/June 2009 em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732009000300012) .


O trabalho na ajuda pela concientização das familias com portadores de PKU, cabe as equipes multidisciplinares, nutricionistas, médicos, psicólogos, assitentes-sociais, todos devem bater na mesma tecla e não deixar dúvida que é necessário manter o paciente em dieta alimentar, respeitado o grau da doença,  que se seguirá para o resto da vida. Esse deveria ser o parâmentro mínimo: o "remédio" é a dieta!

Óbvio as equipes dão as diretrizes do tratamento, mas cabe as famílias seguirem ou não as diretrizes, se não seguirem as consequências são sabidas, por isso a resposabilidade pela dieta do PKU recai sobre as famílias e os pacientes.

Diante desta responsabilidade, muitos pais se sentem desamparados quando não tem o acompanhamento de um profissional da nutrição que monte um cronograma básico de cardápio a ser oferecido, como fazem normalmente nutricionistas que atendem na rede particular: café da manhã, lanche, almoço, lanche , jantar; exemplos de preparações (receitas), quantidade de ingestão diária de fenilalanina, como calcular, qual complemento nutricional deve tomar (cálcio, tirosina, etc).

Logo, é crucial a  participação dos pais e pacientes, mas estes precisam ter diretrizes certas e minimamente padronizadas de uma dieta, pois serão os responsávies pela manutenção diária da dieta alimentar do fenilcetonúrico. Daí perceberão que devem e tem o direito a ser informado mais sobre a doença, devem se comprometer com  a sua parte que é a educação alimentar do paciente, fazendo a escolha por alimentos saudáveis  permitidos no dia-a-dia, adaptando as preparações de alimentos, trocando vivências com outros portadores da doença, tudo isso só ajudará na geração de bem-star e melhor qualidade de vida para as familias e os pacientes.